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Jan
26
2017

BLACK COHOSH Tratamento da menopausa e TPM

Escrito por Flor de Lis Última atualização (26 Janeiro 2017)
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BLACK COHOSH

Tratamento da menopausa e TPM



A menopausa é um estágio na vida da mulher onde ocorre a diminuição da produção dos hormônios estrogênicos e aumento da secreção do hormônio luteinizante e do hormônio folículo estimulante (FSH), responsável pelo aparecimento dos famosos “calores”, insônia e depressão, sendo estes tratados com a administração de estrógenos.

Porém existem mulheres que não podem tomar este tipo de medicamento devido às contraindicações proporcionadas, surgindo assim à necessidade da substituição por outros que não proporcionem tais efeitos. Desta forma, o extrato metanólico elaborado a partir do rizoma da Actea tem demonstrado exercer um efeito redutor da concentração do hormônio luteinizante em ratas ovariectomizadas, observando assim uma afinidade pelos receptores estrogênicos no útero isolado destes animais.

Esta atividade é dada pela hidrólise enzimática dos glicosídeos presentes. Entre os compostos com atividade endócrina, a formonetina demonstrou promover um efeito competitivo com receptores estrogênicos, mas sem modificar os níveis do hormônio luteinizante no sangue.


 

Nov
09
2016

Gynostemma pentaphyllum

Escrito por Flor de Lis Última atualização (10 Novembro 2017)
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Gynostemma pentaphyllum

 

Leia o artigo completo sobre essa erva aqui

Ago
26
2016

KÓJICO DIPALMITATO

Escrito por Flor de Lis Última atualização (12 Setembro 2016)
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KÓJICO DIPALMITATO



Kójico Dipalmitato é um clareador cutâneo e previne o fotoenvelhecimento e a formação de rugas. Tem uma excelente propriedade de inibir a atividade da tirosinase através da quelação do cobre presente na pele humana, inibindo a formação de melanina. E também quela o ferro, que gera o envelhecimento crônico na pele.

Jul
29
2016

Homeopatia e Plantas Medicinais

Escrito por Flor de Lis Última atualização (10 Novembro 2017)
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Entre os não-especialistas, homeopatia tem sido sempre confundida com fitoterapia, o que pode ser parcialmente justificado, uma vez que a maior parte dos medicamentos homeopáticos tem origem a partir de vegetais. Formas particulares de fitoterapia incrementam desentendimentos. Entretanto existem diferenças fundamentais, assim também como semelhanças. Apresentá-las é o objetivo deste texto, o que será feito através de uma análise das origens históricas, técnicas de preparo e propostas de utilização, de maneira separada para fitoterapia, aromaterapia, essências florais e homeopatia.


FITOTERAPIA

1 – HISTÓRICO:
Surgiu com o início dos tempos, já que registra-se seu uso desde o homem primitivo, que observava o comportamento dos animais, quando doentes; experimentava, intuitivamente, utilizar plantas para seu tratamento, assim como para sua alimentação. Nomes importantes do passado, descreveram inúmeras plantas e auxiliaram a estabelecer o uso das primeiras plantas com finalidades terapêuticas: Dioscórides, Paracelsus e tantos outros das civilizações mesopotâmica, egípcia, grega, romana e árabe, para citar alguns. O papiro Ebers (que recebeu o nome de seu descobridor alemão, em 1873) trouxe informações de 2000 anos antes de Cristo (8).

2 – MÉTODO DE PREPARO:
A fitoterapia preconiza o uso de plantas frescas ou secas. As primeiras podem ser ingeridas "in natura", assim como espremidas para aproveitamento de seu suco. Podem ser preparadas como infusos ou decoctos. Já as plantas secas, podem ser melhor conservadas e guardadas para uso posterior. Existem métodos de extração mais elaborados, como os que produzem tinturas, extratos secos, hidro-alcoólicos ou glicólicos, Através de moagem, obtém-se pós que podem ser encapsulados ou convertidos em formas farmacêuticas como comprimidos. Esta seqüência foi decorrente do desenvolvimento tecnológico da humanidade.

Vegetais são comumente apontados por seus princípios ativos mais importantes, porém pode-se encontrar vários grupamentos químicos dentro de um mesmo vegetal. Os principais grupos são alcalóides, mucilagens, flavonóides, taninos, saponinas e outros (3).

3 - USO:
O uso de determinado vegetal é determinado por sua composição química, que se relaciona com uma ação contrária aos sintomas apresentados. Este conceito permitiu o isolamento de diversos princípios ativos, sendo, em muitos casos o berço da indústria farmacêutica (3,8).


AROMATERAPIA

1 – HISTÓRICO:
Óleos essenciais também são utilizados desde a antiguidade. São extratos odoríficos já utilizados pelos egípcios, que embalsamavam seus mortos com ajuda do poder conservante de óleos como incenso, mirra, cipreste, cedro, junípero e tantos outros. Judeus, gregos e árabes também conheceram as propriedades terapêuticas dos aromas (6,7,9).

2 – EXTRAÇÃO:
A aromaterapia fundamenta sua ação nos óleos essenciais, e apenas vegetais que contém estes óleos são usados. Quimicamente, são classificados como terpenos. Os métodos de extração clássicos dos óleos essenciais são a destilação a vapor, expressão a frio, expressão através do uso de gordura (enfleurage) e extração com solventes (9).

3 – USO
Óleos essenciais possuem efeitos químicos muito definidos, como antisséptica, antibiótica, estimulante, calmante, digestiva e outras que dependem da estrutura e da ação química de seus constituintes. Outro uso é sua ação mais sutil no nível da informação semelhante à ação dos medicamentos homeopáticos e antroposóficos. A terapia apoia-se também sobre a mente e sobre as lembranças olfativas que cada indivíduo retém (7,9).

Habitualmente são usados por via externa, ou olfação. O uso interno requer grande experiência, já que os óleos essenciais podem apresentar toxicidade(9).


ESSÊNCIAS FLORAIS

1 – HISTÓRICO:
Dr. Edward Bach, de maneira intuitiva, estabeleceu a terapia floral, a partir de flores de plantas inglesas silvestres, na década de 30. A partir do final dos anos 70, outros grupos passaram a repetir seu método com as flores coletadas na área em que viviam(4,5) .

2 – EXTRAÇÃO:
Flores são colocadas ao sol, em contato com água de fonte. Após algumas horas, as flores são separadas e o líquido é adicionado de "brandy" ou conhaque, em partes iguais, para conservação. Este é o método solar. Outra possibilidade é utilizar o método da fervura, onde a exposição ao sol é substituída pela fervura. São utilizadas sempre flores, de plantas silvestres. A diluição inicial é de 1:1 (água de flores:brandy), seguida de outra igual a 2 gotas para 30mL de brandy (para preparo do frasco estoque ou "stock bottle") e ainda 2 gotas para 30mL para o frasco que será administrado ao paciente (4,5).

3 – USO:
Essências florais são utilizadas para alívio de sintomas emocionais, inclusive aqueles que estejam desencadeando sintomas físicos. Habitualmente o paciente ingere 4 gotas da essência, 4 vezes ao dia (4,5).


HOMEOPATIA

1 – HISTÓRICO:
Criada pelo médico alemão Samuel Hahnemann, há 200 anos, a homeopatia fundamenta-se sobre o "princípio da semelhança", isto é, a substância capaz de provocar sintomas em um indivíduo saudável é capaz de tratar um indivíduo que apresente sintomas semelhantes. Hahnemann foi o primeiro a formatar este método de curar, propondo também a dinamização dos medicamentos (2).

2 – EXTRAÇÃO:
A partir de determinadas partes de vegetais (assim como, em menor parte, de animais e minerais), são preparadas tinturas com 10% da planta, em solução hidroalcoólica. A estas tinturas dá-se o nome de tinturas-mãe, pois serão utilizadas para produzir "filhotes", isto é, as dinamizações, que são diluídas e agitadas. A proporção de diluição pode ser de 1:100, 1:10 e ainda de cerca de 1:50.000. A agitação pode ocorrer manualmente, na forma de 100 batidas contra anteparo, ou de forma mecânica. Estas dinamizações são administradas aos pacientes sobre um veículo líquido ou sólido, os glóbulos ou comprimidos (1).

3 – USO:
O tratamento homeopático ideal visa o doente e não a doença. Para tanto, faz um levantamento de todos os sintomas do paciente, buscando uma substância que atenda a todos eles. Se a escolha for correta, apenas um medicamento deverá retomar a saúde do paciente.


PONTOS SEMELHANTES E DIFERENÇAS ENTRE AS DIVERSAS TERAPÊUTICAS DE ORIGEM VEGETAL

Um mesmo vegetal pode dar origem a medicamentos fitoterápico, aromaterápico, floral ou homeopático. Para ser aromaterápico, deverá ser preparado com o óleo essencial; para ser essência floral, a partir da flor, e segundo determinada técnica, específica. Isto pode explicar efeitos diferentes, por estarmos extraindo diferentes substâncias do vegetal. Porém flores de Arnica montana, extraída com solução hidroalcoólica constituem um uso normalmente chamado de fitoterápico. Já, se forem diluídas e agitadas, será denominado de uso homeopático. Se a extração das flores se der através de água e exposição ao sol, teremos uma essência floral. Para a camomila os exemplos são ainda mais amplos: podemos ingerir o decocto como alimento, ou com fins terapêuticos. Sua tintura pode ser usada como fitoterápico, assim como sua essência floral atuará sobre sentimentos específicos.

Quando um composto de origem vegetal vai ser administrado a um paciente, não há como condicionar o tipo de ação ele terá no organismo. A mesma camomila atua como um bálsamo na queimadura solar, acalma um paciente impaciente e choroso ou alivia a irritação da dentição.

Outro ponto a ser ressaltado é que o uso externo, aparentemente fitoterápico da Arnica montana, por exemplo, é, na verdade, homeopático. Considerando que, dependendo da dose e da sensibilidade individual, a arnica possui efeito tóxico que é causar sangramentos em mucosas, quando ela está tratando de hematomas, sua ação é homeopática, isto é, pela lei da semelhança, e não fitoterápica, que se explica por ação contrária. Seria fitoterápica a ação de um vegetal rico em taninos, por exemplo, que, através da constrição, poderia diminuir sangramentos.


Existem algumas importantes diferenças e semelhanças, especialmente em relação à extração e ao uso das diferentes preparações de origem vegetal. As diferentes formas de extração e de uso que são dados a uma planta, ampliam a possibilidade de seu uso terapêutico.


Texto escrito por Amarilys Cesar.

Endereço http://www.hncristiano.com.br/hnc/homeopatia-artigos/40-homeopatiaeplantasmedicinais


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 FONTES, Olney Leite e colaboradores. Farmácia homeopática. Teoria e prática. São Paulo: Manole; 2001.

2 HAHNEMANN, Samuel. Organon der Heilkunst – Organon da Arte de Curar, 6ª ed. Trad. Edméa Marturano Villela e Izao Carneiro Soares. Ribeirão Preto: IHFL e Museu de Homeopatia Abrahão Brickmann; 1995.

3 SIMÕES, Claudia Maria Oliveira et al. Farmacognosia. Da planta ao medicamento. Florianópolis: Edit. Univ. Federal do RS, 1a. ed., 1999.

4 BARNARD, Julian. Um guia para os remédios florais do Dr. Bach. São Paulo: Pensamento, 1979.

5 BACH, Edward. Os remédios florais do Dr. Bach. São Paulo: Pensamento; 1997.

6 TISSERAND, Robert. A arte da aromaterapia. São Paulo: Roca; 1993.

7 LAWLESS, Julia. The illustrated Encyclopedia of Essential Oils. Massachussets: Element Books Ltd; 1996.

8 TESKE, Magrid et al. Herbarium – Compêndio de Fitoterapia. Curitiba: Herbario, 3ª ed. revisada.; 1997.

9 LAVABRE, Marcel. Aromaterapia. Cura pelos óleos essenciais. Rio de Janeiro: Nova Era; 1993.

 

 

Jun
20
2016

Probioticos

Escrito por Flor de Lis Última atualização (20 Junho 2016)
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Conheça os Probioticos que não precisam de geladeira

 

 

L. Acidophillus

Indicações
Benéfico em pessoas com intolerância à lactose por proporcionar lactose ausente neste indivíduo.
Ação antimicrobiana e estímulo do sistema imune.


L. Paracasei

Indicações
Rinite alérgica, diarreia não induzida por rotavírus em crianças, dermatite seborreica (caspa), e

possível associar com D-biotina.


L. Lactis

Indicações
Auxílio nas doenças inflamatórias crônicas, doença pneumocócica e prevenção a diarréia.


B. Bifidum

Indicações
Melhora os sintomas da SII, restaura microbiota intestinal, reduz colonização de patógenos, melhora o funcionamento do sistema digestivo e imune e auxílio na melhora dos sintomas da gripe.


B. Breve

Indicações
Intolerância a lactose, prevenção da colite, constipação em crianças, candidíase e prevenção câncer cólon.

B. Infantis

Indicações
Melhora dos sintomas do SII (Síndrome intestino irritável).



L. Plantarum

Indicações
Dermatite atópica em crianças, SII e cirurgia abdominal.


L. Reuteri

Indicações
Equilibra a microbiota intestinal de adultos, crianças e bebês
Melhora os movimentos intestinais e suavização das fezes em bebês
Reduz o tempo de duração da diarreia aguda em crianças
Reduz cólica do lactante
Auxiliar no tratamento da acne


S. Thermophilus

Indicações
Atua no trânsito intestinal e nas defesas do organismo (imunidade) em adultos e crianças
Previne a diarreia associada a antibióticos em adultos e crianças
Terapia adjuvante para erradicação de H.pylori
Reduz os sintomas de intolerância à lactose
Alivia sintomas da síndrome do intestino irritável
Previne a enterocolite



B. Lactis

Indicações
Redução incidência dos sintomas da gripe e auxilio na doença celíaca.


B. Longum

Indicações
Intolerância a lactose
Rinite alérgica
Fortalece sistema imune
Colite / Doença de Crohn
Diarreia




4a Geração de probióticos

As bactérias ácido láticas são sensíveis a exposição ambiental (temperatura e umidade) o que afeta seu processo de fabricação, armazenamento e atividade no organismo.

Cell Biotech desenvolveu um único e revolucionário sistema de duplo revestimento que melhora a estabilidade, ajuda a reduzir e superar estes obstáculos para uma boa colonização, absorção e proliferação. A 4a geração de bactérias ácido láticas, DuolacTM, são crio-protegidas com peptídeos e polissacarídeos que não apenas mantém os probióticos ‘‘vivos’’ durante a fabricação e armazenamento, como também garantem que quase a totalidade de probióticos cheguem ao intestino vivos, integros e em boas condições para se aderir, se multiplicar e colonizar adequadamente na mucosa intestinal.

 

 

 

 

 

 

Abr
22
2016

GRIPE SUÍNA OU GRIPE A H1N1 - HOMEOPATIA - PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Escrito por Flor de Lis Última atualização (02 Junho 2017)
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Atenção as homeopatias contidas nesse artigo, só podem ser adquiridas com receita de um homeopata.


GRIPE SUÍNA OU GRIPE A H1N1 - HOMEOPATIA - PREVENÇÃO E TRATAMENTO

 



Existem três tipos de vírus causadores de gripe: o A, o B e o C. Estes vírus comumente denominados por
Influenza, são nomeados pelas letras H e N – nomenclatura que advém de duas das suas proteínas, ou seja, a hemaglutimina e a neuraminidase, que estabelecem contacto com as células.

A
Gripe Suína, que também tem sido apelidada de Gripe Mexicana ou Nova Gripe e, agora por Gripe A (H1N1), é uma patologia infecto-contagiosa provocada por uma variante do vírus influenza A, H1N1, que susceptibiliza os pulmões a infecções tais como a pneumonia.
Dos diversos tipos de H e N, apenas alguns surgem no homem, v.g., o H1, H2, H3, e N1 e N2 –
atente-se que os restantes de uma panóplia de 16 de H e 9 de N, são em regra, encontrados nos patos, que podem ser classificados como o “ reservatório natural do influenza A”.

É certo, que o vírus do tipo A se constitui como o que mais afecta o ser humano. Estando constantemente a sofrer mutações, tal facto implica o seu não reconhecimento pelo sistema imunitário.
O vírus H1N1 aqui em apreço deriva de duas “cepas” suínas –
a europeia e a asiática -, parecendo conter além daquelas, o ADN típico de vírus dos tipos aviários e humanos.

O vírus da gripe suína não escolhe em especial crianças, idosos e indivíduos com um sistema imunológico deficitário para desferir os seus ataques. Aloja-se nas células de jovens, que têm em regra um sistema imunitário eficiente. E será porventura esta, a sua maior semelhança com a
Gripe Espanhola de 1918, que também afectou um sem número de jovens.
O vírus da gripe espanhola terá derivado directamente para o homem, dos patos, sem a influência mutacional do vírus humano. Mas, apesar de ser um H1N1, tem variantes bem marcantes relativamente à
Gripe dos Suínos ou Gripe Aa gripe espanhola de 18 é uma estirpe da gripe aviária, que ficou conhecida como pneumónica e terá feito bem mais de 50 milhões de mortos.

Se o H5N1 –
vírus da Gripe Aviária – não é em regra transmitido entre humanos, já o mesmo não ocorre com o da Gripe Suína, cuja transmissão pode derivar do contacto com animais portadores ou entre seres humanos.

Nunca será de mais realçar, que a
Gripe Suína tem como consequência um enfraquecimento do aparelho respiratório, ou melhor, dos próprios pulmões, conduzindo a pneumonias que em casos pontuais podem ser letais.
No entanto, se a prevenção urge, o alarmismo excessivo apenas conduzirá a um agravamento da pandemia, porquanto, no nosso entender, tanto o medo excessivo quanto o pânico irracional são dois dos maiores inimigos do homem no inevitável combate que tem de travar continuamente com as múltiplas agressões a que se encontra naturalmente sujeito.


E, em bom rigor, temos conhecimento de que não é este o primeiro surto de gripe suína. No ano de 1976, em Fort Dix, nos Estados Unidos da América, cerca de 500 soldados foram infectados, comprovando-se radiologicamente pneumonia em quatro deles. Apenas um dos soldados terá falecido...
Perguntamo-nos neste momento qual o estado de alerta mundial? No dia 27 de Abril, a OMS fixou o nível de alerta pandémico no grau 4 –
considerando a transmissão entre o ser humano e a elevada possibilidade de surtos localizados, para além de se poder prever uma disseminação incontrolável e uma evolução imprevisível da doença.
Hoje, dia 30 de Abril, o grau de alerta é o 5. E amanhã?
Se a linhagem do vírus da
Gripe Suína é resistente a vários fármacos, parece ser susceptível ao “Tamiflu” – e quem terá acesso a este “Tamiflu”? Por outro lado, a vacina utilizada no tratamento da “gripe vulgar”, poucos efeitos produzirá contra este tipo de vírus – de momento não dispomos de nenhuma vacina para este tipo de gripe, nem sabemos quando a mesma estará disponível.

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